Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Vou montar uma empresa com o meu irmão

É verdade. Eu sei que isto não está grande coisa para montar novas empresas, mas acho que desta vez nós vamos ficar ricos.

Como, quem me conhece sabe, eu sou da zona norte, da zona de Caminha. Não poderia deixar de tentar investir naquela zona, é claro. O problema estava em arranjarmos um negócio que fosse vantajoso para nós e do qual nós gostassemos.

Foi entao que o meu irmão sugeriu fazer uma fábrica de pirotecnia.

Claro está que nós adoramos estoirar com coisas, para além de que como Portugal está, a construção está parada, então o que vai dar dinheiro vai ser a destruição. E tambem porque os emigrantes, mais conhecidos por avecs, quando cá vem, para além de gostarem do cheiro a merda (já que dizem que cheira a campo), tambem gostam de andar com o nariz empinado a olhar o céu á noite a a ver foguetes de várias cores a estoirarem.

Este é o negócio certo para nós. Vamos rebentar coisas e ainda nos vão pagar por isso.

Depois veio a discussão do nome. Que nome teria a nossa empresa?

O meu irmão é um génio. Ele conseguiu acabar a quarta classe á noite, é muito bom mesmo. Ele sugeriu um nome que vai chamar muita clientela de certeza.

E o fantástico nome é.....:

PIROCAMINHA, foguetes e merdas do genero limitada.

E até arranjou um slogan e tudo:

"Se queres animar a tua festa, queres ter mais entusiasmo e excitação, contacta PIROCAMINHA. Somos especialistas em fazer sorrir as mulheres. Viagem de ida e volta á lua em segundo, só com PIROCAMINHA"

Isto de certeza que  vai ser um grande negócio. Não há duvida.

Agora imaginem quando aquilo já nao render, o que é que nós fazemos?

Rebentamos com a PIROCAMINHA.

Não se esqueçam:

PIROCAMINHA, dá o toque de felicidade que muita gente procura numa festa. PIROCAMINHA.


publicado por sensei às 16:42
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

INEM tem vida dificil

Favaios- Estou sim?

INEM- Estou, Favaios?

Favaios - Bem, aqui era mais JB, mas se não há que venha Favaios

INEM - Não fala dos bombeiros de Favaios?

Favaios - Sim sim. Diga.

INEM - Uma saidinha para Castelo.

Favaios - A esta hora?

INEM - É quando é necessário

Favaios - Mas prós lados de Canedo não há tascas, porra, não pode ser para o outro lado?

INEM - Desculpe?

Favaios – Nada, nada, diga.

INEM - É para Canedo. A VEMER que fica aí mais perto é a de Vila Real, certo?

Favaios - É porque a daqui já tá fechado. Isto não é hora de incomodar ninguém

INEM - Tá bem. Quanto tempo demora até Canedo?

Favaios - Quem eu?

INEM – Sim.

Favaios - A pé ou de carro?

INEM - De ambulância homem, queria ir como?

Favaios - Não sei, é que eu não tenho carta

INEM - Você não tem carta? E não tem aí nenhum motorista?

Favaios - Quer dizer, ele tá ali, mas tá com uma mão boa e não a pode perder.

INEM - Uma mão boa? Esta magoado o homem?

Favaios - Não, está é a jogar a sueca. E tem uma boa mão, que eu vi.

INEM - E não o pode ir lá chama-lo?

Favaios - Não, já lhe disse. É que tão 5 aéreos em jogo. E olhe que ele desta vez ganha.

INEM - Diga-me uma coisa, qual é a corporação mais próxima daí? Alijó?

Favaios - Sim Alijó

INEM - Então eu vou tentar falar com eles a ver se eles podem ir lá, você não desligue.

Favaios - Tá bem, mas despache-se porque eu tenho o JB a aquecer.

Alijó - Tou sim?

INEM - Alijó?

Alijó – Não, não é engano. Aqui é dos bombeiros

INEM - Bombeiros de alijo?

Alijó - Sim, sim

INEM - Uma saidinha para Canedo, pode ser?

Alijó - Quer dizer, Canedo é para os de Favaios.

INEM - Sim ,mas eles estão ocupados e não podem ir

Alijó - Pois, nós também estamos muito ocupados, temos cá duas touras espanholas e três brasileiras e estamos muito ocupados.

INEM - Mas e não podem ir socorrer?

Alijó - Socorrer? Você esta maluca? Estamos a socorrer é aquelas mulas e quer que nos esforcemos mais?

INEM - E não tem ninguém para ir lá?

Alijó - Quer dizer, até pode ser que se oriente um gajo para lá ir. É o Amélia. Ele pega de empurrão e não gosta destas festas.

INEM - Ok. É para ir para o bairro de stº António, Canedo.

Favaios - Alto, que se é para esses lados nós vamos.

INEM - Então já pode Favaios?

Favaios – É que se é para esses lados ainda podemos parar na tasca do quintas e beber umas maugas. Prai ainda podemos ir.

Alijó - Calma que agora vamos nós. É que assim trazemos mais umas amigas da recta que lá há.

INEM - Afinal quem lá vai agora?

Favaios - Quer dizer, agora que vá Alijó. Nós não temos gasóleo, só JB

Alijó - Agora também não podemos, só temos amigas, gasóleo não temos.

INEM - Então, ninguém vai? É que o homem, segundo o irmão, está morto, deve estar em paragem cardiorespiratoria, já para lá vai a VEMER de vila real.

Favaios - Não vale a pena ir a VEMER. Se ele tá morto é mandar o gajo da funerária.

Alijó - Claro. Estão a incomodar os bombeiros porquê?

INEM - Porque não se sabe se ele esta mesmo morto.

Alijó - Se não sabem que lhe perguntem. Agora incomodar as pessoas a esta hora é que não.

Favaios - Eu tenho um primo que tem uma funerária, quer que lhe ligue?

INEM - Não, eu quero é que vá lá uma ambulância. O homem ainda pode estar vivo

Alijó - Se esta vivo que nos ligue que nos vamos lá

INEM - Mas eu estou a ligar, não ta a ver?

Alijó - Mas que ligue ele. Agora é a minha vez com a toura espanhola loira. Tenho que desligar.

INEM - Estou, alijo? Olha, desligou. Favaios, está aí?

Favaios - Pois que remédio, eles ainda estou a jogar. Mas não demore que eu entro a seguir.

INEM - Vai você lá?

Favaios - Eu não, porque eu tenho medo de mortos. Se quiser vai lá o meu primo Juvenal que tem a funerária.

INEM - Mas o homem ainda pode estar vivo, não percebe?

Favaios - Percebo, mas se não se sabe para que perder tempo? Primeiro confirmem e depois liguem de novo, tenho que ir jogar. Até amanha

INEM - Estou? Estou? Porra, desligaram.


publicado por sensei às 16:03
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

gangs? se calhar nao...

Hoje está na moda a palavra "gang". Mas o que é um "gang" hoje em dia?

Cá para mim nao passa de um grupo de gajos cobardes que tem medo de enfrentar a vida sozinhos.

Se nós repararmos nos nomes deles, ou nas alcunhas, vemos isso prefeitamente. Antigamente tinhamos o "Quim Naifas, o Zé Pistolas, o Matança, etc". Hoje temos o que? "o Palavrinhas, o Beckam, o 15 Dias, etc.". Já nao há o verdadeiro nome de guerra, mas sim nomes amáveis, e a meu ver um pouco abichanados. Qualquer dia até o Castelo Branco é gangster, e nao precisa de mudar de nome, muito menos de estilo.

Bem estilo talvez, mas depois de ver o chapeu do "Pidá", nao sei nao. Mas se calhar só é preciso ele deixar de usar cinto nas calças, elas cairem pelo cu abaixo, e começar a abanar-se de forma menos feminina do que faz agora. E se imaginarmos esta cena vemos logo que até ele, que é um larilas, parece um mauzao.

Eu tive o prazer, ou desprazer, de conviver com um dos membros do gang da ribeira. Cheguei mesmo, na brincadeira é claro, a dizer-lhe que ele era maricão, ou larilas. O rapaz até é bom moço. Nao se metia com ninguem nem nada. Isto porque estava sozinho, porque se tivesse com os gunas da ribeira se calhar era diferente. Mas ele quando estava com a malta que nao era da ribeira, como era sozinho nao armava estrilho. Veio agora no jornal que ele era um dos gajos mais temidos da ribeira. Se ele fosse assim em todo o lado de certeza qeu ja tinha indireitado, porque já tinha levado no corpo quando estava sozinho.

Eu acho que esses gajos dos gangs sao simplesmente medricas. Já viram algum deles a enfrentar um para um qualquer outro gajo?

Eles escondem-se atrás dos amigos e das armas de fogo. Sozinhos nao valem nada.

É vergonhoso que assim seja, que nao tenham a capacidade de fazer o que fazem com os amigos quando estao sozinhos.

Tenho pena deles, porque sao homens, e alguns mesmo rapazolas, perdidos. Mas gostava que fossem condenados nao a 25 anos, que para eles é pouco, mas sim a 80 ou 90 anos de prisao.

Só espero que seja feita justiça.


publicado por sensei às 15:35
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

COMPROMISSOFOBIA - A fobia do compromisso

Este artigo vinha publicado na revista Domingo, um suplemento do jornal Correio da Manhã, do passado dia 18-11-2007. Achei interessante e de certa forma, até se pode dizer que se adequa a algumas pessoas que bem conheço, por isso decidi transcreve-lo.

 

“O receio masculino de assumir uma relação tem nome: “Compromissofobia”. As mulheres também são vulneráveis.

 

 

Um dia ele disse que éramos perfeitos um para o outro. No dia seguinte já não estávamos juntos. O que aconteceu? É desta questão que parte o livro ‘Homens incapazes de Amar’, uma obra assinada por Steven Carter e Julia Sokol, dois especialistas norte-americanos na temática do medo do compromisso, que ao longo de 299 páginas ensinam as mulheres a reconhecerem e a lidarem com homens “compromissofóbicos”.

A obra é sustentada na ideia de que há homens que não conseguem suportar a intimidade, que têm um receio claustrofóbico de ficarem presos ou encurralados numa relação, e fogem invariavelmente perante a perspectiva de qualquer compromisso sério.

Tomás Sequeira, 36 anos, engenheiro informático, sempre foi “bastante namoradeiro”. Porém, continua solteiro, sem filhos e “sem perspectivas” num futuro familiar. Trabalha entre dez e doze horas por dia e o pouco tempo que lhe resta aproveita para fazer noitadas com os amigos. A veia de namoradeiro mantém-se, mas só.

“Não quero relações sérias e deixo isso bem claro desde logo. Não quero ter a obrigação de ir para casa porque está alguém à minha espera, menos ainda perder noites de sono para mudar fraldas e dar biberões”. Egoísmo? “Até pode ser, mas não posso sequer imaginar-me a viver esse cenário que sinto náuseas”, diz.

Por que terão alguns homens medo do compromisso? “De um modo geral, os homens crescem rodeados de pessoas que lhes dizem que devem ‘aproveitar a vida’. Ao contrário das mulheres, para quem o casamento está quase sempre envolto numa visão muito romântica, os homens são muitas vezes confrontados com a associação casamento-falta de liberdade”, começa por explicar a psicóloga e terapeuta conjugal Cláudia Morais. “Na maior parte dos casos, os homens temem que a sua vida sofra alterações profundas a partir do casamento. Aos seus olhos, o casamento está mais associado ao aumento de responsabilidade do que ao aumento de intimidade, o que os leva a olhar para esta decisão com reserva e ponderação”, continua a especialista.

Mas porque nem todos os homens, tal como o Tomás, manifestam as suas verdadeiras intenções, há em todo o Mundo mulheres que procuram incansavelmente uma explicação para o facto de uma relação aparentemente sólida, se dissipar subitamente. Que não haja ilusões. “Nenhuma relação se dissipa subitamente”, garante Cláudia Morais. “Há pessoas – mais homens que mulheres – que são pouco assertivos no que toca à relação conjugal. Pouco habituados a ligar com emoções negativas, nem sempre sabem expressá-las. Além disso, são evitadores de conlitos”. Resultado: Desenvolvem aversões, deixam de ser capazes de viver com os sentimentos que os perturbam e põem um ponto final na relação. Para quem está do outro lado da ruptura é uma surpresa, isto apesar de os sinais de insatisfação estarem à vista. “Nós é que podemos ignorálos”, diz Cláudia Morais.

No rebuliço de todos os medos e incertezas masculinas, vive muitas vezes um “erro crasso” feminino, como lhe chamam Steven Carter e Julia Sokol: pensatem que são culpadas pelo comportamento deles. “O motivo pelo qual tantas mulheres se envolvem com homens deste género… deve-se ao facto de muitos dos homens que conhecem terem este problema”. Um fobia que, dizem especialistas, afecta cada vez mais mulheres.

 

 

Como evitar relações ‘compromissofóbicas’?

 

Em ‘Homens Incapazes de Amar’, editado em Portugal, Steven Carter e Julia Sokol lançam 12 “regras de vida” para mulheres que pretendem evitar “relações compromissofóbicas”. São elas: “Saiba que não pensa do mesmo modo que ele; Deve ser você a estabelecer o ritmo da relação; Não se deixe levar pela fantasia dele (uma relação sólida tem início, cresce e amadurece na realidade); O seu amor não o modificará – a sua independência talvez; Fazer de mãe é sufocar; Nada de brincar às casinhas (Não o deixe cair no hábito de tratá-la como uma esposa enquanto ele age como um hóspede temporário); Acredite no que ele faz e não no que ele diz; Mantenha as suas opções em aberto (Nunca rejeite uma oportunidade de alargar os seus horizontes sociais); Não encontre desculpas para o comportamento dele; Não assuma a culpa pelo fracasso da relação; Cuide de si (A pessoa mais importante da sua vida é você); Não diga ‘Não consigo modificar-me’”.

 

 

Fugir ao casamento

 

A palavras casar pode ser aterradora para muitos. Homens e mulheres. Com uma pequena diferença: A pressão social sobre ‘elas’ é bem maior

 

1-      Saber distinguir

Um homem que sofra de compromissofobia pode ser aquele que não telefona após o primeiro encontro especialmente bom, o perseguidor ardente que faz a corte para a abandonar após a primeira noite de sexo, o namorado fiel que sabota a relação quando esta evolui no caminho do casamento…

 

2-      Principais medos

São vários os factores que podem explicar o medo do compromisso. Evitar tudo o que possa ser uma barreira nas conquistas pessoais e profissionais, medo de assumir responsabilidades que não sejam as da própria pessoa, presença de ideologia e de comportamento narcisistas são exemplo.

 

3-      E as mulheres?

Há também mulheres que fogem do compromisso sério e os seus fantasmas são semelhantes aos dos homens. Porém, acresce nelas um outro tipo de pressão que tem que ver, por exemplo, com o facto de algumas serem incapazes de pôr termo a uma relação por se sentirem coagidas pela família.

 

4-      Há remédio?

Ultrapassar uma luta individual exige tempo, pode ser angustiante, aterrador e doloroso. É mais fácil fugir do que combater. Embora muitos venham a acabar por conseguir ultrapassar os seus receios, alguns nunca serão capazes de assumir um compromisso, independentemente das circunstâncias. “


publicado por sensei às 17:48
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

F. C. Porto prepara exposição à UEFA.

Pois é meus senhores e senhoras, o F. C. Porto vai fazer uma exposição à UEFA, depois do jogo de ontem com o Fátima.

E eu acho que os azuis e brancos tem razão. Não se admite o que se passou naquele jogo, é uma vergonha.

Tudo bem que o F.C.P. tem o pápa, o grande Jorge Nuno Pinto da Costa, mas os outros tinham a virgem. Não é justo desculpem.

O Pinto da Costa só consegue intreferir nos jogos antes destes acontecerem, mas viu-se claramente que a virgem interveio durante o jogo.

Eu sei de fonte segura que houve promessas antes do jogo. Os jogadores do Fátima prometeram à virgem que iam a pé até à basilica. E foram mesmo. Agora do estádio à basilica são meia duzia de quilometros, se tanto.

Imaginem o que era os jogadores do F. C. P. prometerem que iam a pé até ao local onde está o pápa do futebol portugues. Vocês já imaginaram o que era fazerem a viagem a pé de Fátima até à Invicta? Pobre dos homens. Bem, pobres pobres não, que se calhar até mereciam, mas era complicado. Notou-se que aqueles jogadores correram pouco, para se pouparem para a viagem de regresso caso ganhassem.

Mas voltando à questão da queixa  à UEFA, o F.C.P. vai alegar que a bola, no ultimo pénalti que falharam, foi desviada por força divina já que ia na direcção da baliza e depois desviou-se.

Diz quem estava no estádio que se sentia no ar um leve aroma a perfume de mulher. Como todos sabemos é sinal que ou a Lili Caneças estava no estádio, que não estava, ou então andava ali a virgem, o que se veio a verificar depois.

Os meus parabens ao Fátima, mas deixo aqui o aviso: está a haver o apito dourado, já começou devagarinho o avermelhado, e quer-me parecer que vai haver o transparente, já que ninguem sabe a cor da virgem.

Ainda corremos o risco de ter um escandalo e ver na mesma prisão Pinto da Costa, Vieira, Vale e Azevedo, Carlos Cruz, Bibi e a virgem. Tudo por crimes que todos sabemos que cometeram, mas ninguem tem provas.

 

Beijinhos e abraços e muitos palhaços

 

FORÇA PORTO


publicado por sensei às 11:10
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Mudar de vida é foda

No outro dia resolvi mudar de vida. É verdade. Já estou farto desta vida que levo, não saio da cepa torta, não tenho dinheiro nem gajas.
Então comecei a pensar o que poderia eu fazer para ter dinheiro, mulheres e sair da cepa torta. E não é que encontrei várias soluções?
A primeira era ser árbitro de futebol. Ah pois é, se não vejam. Um árbitro de futebol tem que ser estúpido (o que graças a Deus a minha mãezinha diz que sou) para andar a correr atrás de uma bola, nunca tocar nela, e mesmo que ela venha na sua direcção ele desvia-se. Depois deve ganhar bem, porque eles agora têm todos bons carros, andam todos penteadinhos e ainda mandam que se farta. Devem ter uma posição alta lá no campo, já que o que eles dizem é lei, mesmo que estejam errados (parece o meu paizinho que sempre que eu dizia que ele estava errado ele fazia-me mudar de ideia à força de bofetada). Para tudo ser perfeito só era preciso as mulheres. Claro está que qualquer pessoa sabe, que arbitro que se digne, tem que aceitar as brasileiras gentilmente cedidas pelos presidentes dos clubes que eles vão apitar. Isto era ouro sobre azul, não fosse eu não gostar de correr, muito menos atrás de uma bola, e de eu preferir estar no meio de mulheres do que no meio de 22 homens que quando acham que tem razão vão até ao arbitro e dão-lhe barrigadas. Aquilo a mim parece-me um pouco paneleiro, mas...
Depois pensei em ser dirigente de futebol. Também mandam que se farta, tem bons carros, viajam para todo o lado com a equipa. Aqui tínhamos o problema das mulheres. Claro que podia ir ao calor da noite procurar uma, mas depois ela ia escrever um livro a dizer que eu cheirava mal dos pés, que me cortava os pelos das orelhas, ou que eu mandava umas bujardas mal cheirosas, e eu acho que isso ninguém tem que saber, mesmo sabendo que toda a gente o faz. E depois havia outro problema ainda mais grave. Já repararam que todos os dirigentes parecem tristonhos e nenhum deles prima pela beleza? Claro que a minha mãezinha ia dizer que era o ideal para mim, já que ela diz que quando Deus distribuiu a beleza ela me estava a trocar a fralda porque eu tinha acabado de me borrar todo.
Foi então que pensei que podia ser ladrão. Fazer uns assaltos, uns golpes contabilísticos, umas cenas maradas. Mas depois reparei que isso em Portugal não rende. Se fosse nos States, em que uma pessoa vê nos filmes que eles andam em bons carros, que tem boas gajas, e que qualquer um lá pode chegar, eu ainda me aventurava. Mas em Portugal não dá mesmo. Se vocês repararem por cá eles tem bons carros sim senhor, tem bons lucros sim senhor, mas as gajas valha-me Deus. Prontos, lá o Carrilho se safou com a Barbara mas isso é uma excepção. Vocês já viram algum dos nossos governantes a ter uma mulher boa? Uma gaja que um gajo disse-se que a comia toda? Pois eu não. Eu comer ruim por comer, prefiro bater a punheta, já que a única diferença entre masturbação e sexo, é o convívio, mais nada.
Bem depois de me ter passado esta maluqueira de querer ser ladrão e como tal ir para o governo ou para a assembleia, resolvi ser engenheiro. Um engenheiro ganha bem, tem bons carros e até há alguns que tem boas gajas. Mas depois percebi que tinha que passar mais uns anos a estudar (eu sou o que tem mais escolaridade dos meus colegas, tenho a quarta classe tirada a noite depois de 20 tentativas... desculpem, minto, 21 tentativas, assim é que está certo). Então ouvi dizer que podia tirar um curso de engenheiro mesmo sem estudar, só precisava de ter dinheiro. Eu fiquei estupfa.... estupfac..... parvo prontos. Não é que se eu tivesse dinheiro e me inscreve-se na Independente, podia ser engenheiro sem nunca mostrar os papéis, sem nunca fazer exames e sem nunca ir as aulas? Era o que eu estava a precisar. Mas quando me disseram que corria o risco de chegar a primeiro-ministro desisti. Então não é que depois ia ter que ter uma gaja feia sempre a dormir comigo!! Não valia o esforço.
Esqueci a engenharia. Foi então que decidi ser amestrador de camelos. É verdade, está correcto, amestrador de camelos. Eu tinha lido num jornal que do Tejo para baixo era um deserto. Eu como nunca passei para aquelas bandas, achei que eles sabiam o que diziam. Então inscrevi-me num curso por correspondência de amestradores de camelos. Mas o curso tinha que ter animais para praticar-mos. Fui para sul, para o sul do Tejo, e chego lá e afinal aquilo não era nada um deserto. Claro que procurei uns camelos, mas fiquei a saber que eles andavam para os lados da Assembleia da República. Fui até lá e pelo caminho disseram-me que devia falar com um camelo chamado Mário Lino, era o único que me podia ajudar. Mas foi a desgraça, o camelo enervou-se e mandou-me embora, não me ajudou.
Voltei para casa e sem saber o que fazer para mudar a minha vida lá continuo aqui sentado, a olhar para o dia de ontem, a receber do fundo de desemprego ou do rendimento mínimo, que sempre me dá para pagar os cigarros, mas caramba não dá quase para comer nem para comprar medicamentos que também preciso para o catarro.
Este país.... que melhor sitio eu quereria para viver que um país que me pagam para não fazer nada?? Só a mim e aos funcionários públicos.
 
Beijinhos e abraços e muitos palhaços
sinto-me: Com falta de mimo

publicado por sensei às 14:41
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Há mais um tipo de carro, será que tambem há mais um tipo de Mulher? E de Homem?

Não sei se voces se recordam de um anuncio que havia na rádio sobre automóveis semi-novos, penso eu que da marca Renault.

Nesse anuncio podia ouvir-se qualquer coisa deste tipo: " Antigamente havia os carros usados e os novos. Agora temos tambem os semi-novos. Carros quase quase novos, por preço quase quase de usados e com garantia Renault. Só nos concecionários autorizados, aqueles que logo de manhã já tem bicha a porta".

Mas afinal o que são carros quase quase novos? Andaram pouco, tem alguma parte por estrear? É que podem ser quase novos por terem a mala, por exemplo, por estrear. Cá para mim quando se compra um carro novo, ao andar com ele uma vez passa a ser usado. Digo eu não sei. 

Era a mesma coisa que eu apresentar uma amiga minha a um rapaz e dizer-lhe, esta é a Maria e é semi-nova. Ele ia logo perguntar o que era semi-nova, afinal de contas ninguém sabe o que é semi-novo. Uma coisa ou é nova por estrear ou é usada, agora semi-nova?

Bem... Se pensar bem, realmente uma mulher pode ser semi-nova. E se calhar eles até teriam razão, mas se anunciassem mulheres. Voltando a minha amiga, poderia apresenta-la desta forma: Esta é a Maria, é semi-nova, usada a frente mas ainda virgem atrás. Ai sim estaria correcto.

Não poderia dizer que a Maria era semi-nova se fosse utilizada a frente e atrás, mesmo que atrás tivesse pouco uso.

Voces já imaginaram o que seria nós agora apresentarmos as nossas amigas assim!! Era de topo rapaziada. Elas podiam fazer o mesmo connosco. Eu por exemplo era semi-novo, mas tenho a certeza que haveria por aí muito macho garanhão que era usado.

Bem mas as mulheres ainda podiam apresentar-nos de outra forma. Já que estamos a falar de carros elas podiam apresentar-nos como motores.

Recordam-se de um anuncio da Peugeot, em que tava um senhor a por umas gotas de  ou gasóleo no motor e que depois se sentava a ler porque supostamente o motor HDI ia aguentar muito tempo com tão pouco combustivel. Lembram-se?

Agora imaginem o que era uma mulher apresentar um homem assim. Olá este é o Gonçalo, faz culturismo, mas é um motor antigo, custa a pegar, não atinge grande velocidade, e já não aguenta muito.

Bem era o delírio. Agora imaginem elas a apresentarem-me a mim. A mim e tipo ao Rocco Siffredi ou ao Nacho Vidal, prontos. Este é o Toni Pino, muito superior a um motor Hdi. É a junção do motor de formula 1, na rapidez, a resistencia do motor da Land Rover, e o baixo consumo de um motor Hdi. Mas amiga, quando começa a levantar parece o novo avião A-360.

Mas claro que isto seria o degredo para muito homens por aí.

Mas deixo aqui um apelo a toda a rapaziada: já há um mail qualquer a dizer para apresentarmos as nossas amigas pela quilometragem de pila com que elas já levaram, agora passamos a apresenta-las pelas três categorias. A apresentação, baseada no anuncio, pode ser +/- assim:

"Esta é a Maria, é quase quase nova, mas com dotes de quase quase usada, e com garantia Toni Pino. Só a encontras com as amigas betas ao lado e com uma bicha de gajos babosos atrás".

Já as mulheres apresentem os homens, não pela prefundidade que já percurreram pelos buracos em que escavaram, mas tambem baseada nos motores dos carros. Qualquer coisa do tipo:

"Este é o Gonçalo, demora a pegar, anda mal, é vagaroso e não chega ao destino"

 

Estes gajos dos anuncios as vezes fazem-me pensar... Só eles e a lei da paridade, mas esta fica para outra altura.

 

Xauzinho, muitos beijinhos e abraços e muitos palhaços

sinto-me: Cromo

publicado por sensei às 13:15
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

As mulheres - explicações

Pois é, eu hoje venho cá falar de mulheres.

Se leram o que eu escrevi a algum tempo atrás, eu agora já me posso considerar um Homem, um verdadeiro Homem. Não se enganem, eu fiquei inapto na tropa, posso ser Homem porque já tive a minha primeira experiencia sexual. É verdade. Claro que agora, como qualquer Homem que já tenha dado a sua primeira caibrada, eu sou um expert em mulheres e sexo.

Ainda não sei muito bem como funcionam as mulheres, não trazem livro de intruções e, mesmo falando a mesma lingua que eu, nunca as consigo perceber.

Se vocês já repararam, e eu já reparei porque já sou muito batido em mulheres, ou melhor, batido por mulheres (é que levo cada estoiro delas de vez em quando...), as mulheres são a máquina mais complicada à face da Terra. Isto pode ser estranho, mas é as mais pura verdade, se não vejamos.

Um computador diz que tem falta de bateria. E o que tem o computador? Falta de bateria.

A impressora queixa-se por falta de tinteiro. E o que tem a impressora? Falta de tinteiro.

Uma maquina de lavar loiça não funciona porque não está ligada a electricidade. O que precisamos de fazer? Liga-la a electricidade e já funciona.

Um carro tem um pneu em baixo. O que fazemos para ficar tudo bem? Trocamos o pneu e mandamos consertar aquele.

Isto é o que acontece com a maioria das maquinas. Estas máquinas não nos mentem, dizem o que precisam de forma clara e objectiva, nós damos o que precisam e elas felizes da vida continam com o seu trabalho.

A mulher não é assim. A mulher é muito mais complicada. Eu poderia dizer que a mulher é mais complicada que provar que o Sócrates é engenheiro. E porquê?

Vejamos:

Uma mulher está com má cara. Perguntamos: "O que foi?" Resposta: "Não foi nada". O que é que nós fazemos? Assumimos a resposta como correcta e verdadeira e seguimos em frente. ERRADO. Ela quer dizer que se passa algo, que nos quer contar, mas que temos que insistir mais um bocadinho. E o mais importante é que ela acha que os culpados somos nós.

Uma mulher elogia a roupa de uma amiga, mas diz que a ela não lhe ficaria bem aquele tipo de roupa. O que é que nós pensamos? Ela não quer aquela roupa, ela até tem mais calças e saias que eu tenho peças de roupa no total. ERRADO. Ela quer dizer que quer uma roupa como aquela, embrulhada, e dois numeros abaixo do da amiga, para se lhe servir poder dizer que a outra esta gorda, e se não servir para dizer que nós somos estupidos, já não olhamos para ela e que a fazemos sentir gorda. Elas tem que ter sempre em quem descarregar as frustações.

Uma mulher diz que precisa de ir ao cabeleireiro. E nós prontificamo-nos, porque depois queremos dar a nossa caibrada, a ir com elas e a pagarmos. Isto até seria bonito e a rossar o romântico, se a ida ao cabeleireiro não fosse para passar uma tarde inteira a falar das vizinhas todas, e depois ir comer um gelado e ir comprar uma roupinha que lhe faz mesmo falta, mas que por sinal é quase, quase igual a uma que ela tem pendurada no guarda-fato e que só vestiu uma vez. Resultado? Nós é que inchamos a pagar isso tudo se não..., não damos caibrada nenhuma.

Mas as mulheres ainda são mais complicadas que nestas situações de respostas envenenadas. Se voces repararem elas gostam muito de fazer perguntas para as quais já sabem a resposta ou para as quais irão sempre dar uma resposta diferente da nossa.

Aparecemos podres de bebedos em casa, depois de um jogo de futebol na colectividade do fundo da rua. Pergunta delas: "Onde estiveste até a esta hora?" (Sem nos deixarem responder e logo de rajada, mais duas perguntas) "Isto são horas de chegar?""Não tens vergonha de vir nesse estado?"

Que podemos nós responder? Elas sabem que tivemos na colectividade a jogar futebol. Se vimos bebedos é normal que tivessemos a seguir na tasca. Agora expliquem-me o porque da pergunta "Isto são horas de chegar?" São sempre horas de chegar e de partir, depende da vontade de cada um. Claro está que neste caso também depende das cervejas e dos amigos, mas isso não interessa. E perguntam se temos vergonha porquê? Um gajo bebedo, não é certo, mas é quase certo que vai chegar a presidente dos vermelhinhos do garrafão, ou agora conhecidos como os BICHAS COR DE ROSA. Elas não querem que nós ganhemos dinheiro?

Depois há sempre aquelas perguntas que elas fazem, tipicas das mulheres:

"Estou gorda, não estou?" Ela já estão a dar a resposta, porque nos fazem a pergunta? Se respondemos que estão, e até pode ser verdade, elas começam a chorar, chamam-nos de monstros sem sentimentos, saem do quarto e não nos dão pito durante uns tempos. Se dizemos que não estão, chamam-nos de mentirosos, dizem que tem espelhos, saem do quarto de trombas e não nos dão pito durante uns tempos. Nós tamos sempre lixados.

Claro que isto só é bom para quando queremos ver o futebol descansados. Respondemos, elas vão embora, qualquer que seja a resposta, e depois já não nos chateiam durante o jogo.

Outra pergutna é: "Ainda gostas de mim como antes?"

Desculpem, mas como antes de quê? O casamento é uma reviravolta importante na vida de qualquer Homem. Nada é como antes. Já não saimos tanto à noite para mirar garinas, já não apanhamos tantas borracheiras e passamos a ser servos dos carpichos das mulheres. Pito só quando elas querem, nós já não temos vontades. Comer é o que elas quiserem, afinal de contas elas é que estão sempre de dieta. E nós apanhamos sempre por tabela com estas cenas todas. Mas depois desta pergunta vem sempre umas interrogação que é: "não, pois não?" Se elas sabem que não para que fazem a pergunta?

Isto assim já é complicado, agora imaginem o que é quando elas nos dizem que não tem roupa nenhuma de jeito, que está tudo fora de moda.

Isto eu não percebo. Eu visto umas calças de ganga e estou sempre na moda. Visto uma t-Shirt e estou sempre na moda. Eu nem quero saber da moda para nada, a moda sou eu que a faço, eu faço, como todos os Homens, a nossa moda. Mas as mulheres não. Tem um armário cheio de roupa que na feira, a vender a 50 centimos, ainda dava uns trocos jeitosos para comprarmos um bom carro, mas nunca tem roupa nenhuma de jeito. Uma T-Shirt, que é igual a todas as outras que ela tem em casa, na segunda gaveta da cómoda, está na moda porque diz a frente: "Libertem as baleias brancas dos Alpes". Só por isto é que já não estão na moda, porque o dizer é diferente, e a cor do tecido tambem? Que tem o tecido ser mais escuro ou mais claro? Por exemplo, azul, não é sempre azul quer seja escuro ou claro? Para mim é.

Bem mas complicação é as cores das mulheres. Para os homens as cores são as básicas e chega muito bem. Depois definimos entre escuro e claro e chega. Para as mulheres não. O azul pode ser azul, azul mar, azul bebé, azul céu, azul turquesa, azul qualquer coisa. Não é tudo azul? Eu nunca vi nenhum bebé azul. O céu é azul de dia, mas preto á noite, e isto se não tiver nuvens. O mar, com tanta poluição e dependendo das algas, as vezes parece mais verde que azul, e se houver derramamento de crude é preto e não azul. Depois temos o salmão. Para mim é um peixe, para elas é um peixe, que por sinal faz bem a mil e uma coisas que elas sabem, mas que não comem porque faz mal a uma ou duas outras coisas. Mas para elas tambem é uma cor.

Champagne, para mim é uma bebida que dá para apanhar a bebedeira. Para elas é uma bebida para brindar em festas ou cenas romanticas, mas tambem é uma cor que se utiliza nos vestidos de noiva.

E o cumulo é branco sujo. O que é o raio do branco sujo? Não pode ser uma cor defenida. Vai sempre depender com o que sujamos o branco. Aquilo ou é branco ou então é uma nódoa, nunca poderá ser um branco sujo.

Eu gostava de ter um livro de instruções das mulheres, a sério que gostava. Nós Homens somos muito mais directos e simples.

Se alguém me quiser ajudar a elaborar um livro de instruções das mulheres, é favor dizer.

 

Beijinhos e apalpões as mulheres, e umas cores para os Homens, já que nas mãos das mulheres somo uns palhaços, pelo menos vamos andar pintados também.

Por falar em pintados, faltou essa parte nas mulheres... Mas eu falo disso noutro post.

sinto-me: Bem, com os anjos..lol

publicado por sensei às 13:11
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