Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

O desporto mais gay dos Jogos Olimpicos

 

Descobri hoje qual o desporto mais gay dos jogos olímpicos. É verdade. Há sempre um desporto para os gays, e não é preciso ser nas olimpíadas para gays. Eu estou mesmo a falar do desporto para gays nos jogos olímpicos que se estão a realizar em Pequim, onde nós tivemos e ainda vamos ter alguns atletas a competir, como Naide Gomes, Nelson Évora, João Neto, Telma Monteiro, entre outros.
Mas se todos pensavam que o desporto para gays era o Judo ou a Luta Greco-Romana, enganou-se profundamente. É verdade que eles andam ali agarrados, a puxarem a roupa uns dos outros, no caso do Judo. Ou então agarrados, com pegas de cernelha, com a cabeça quase encostada ao bujão do outro e a ver quem dá mais voltinhas com o outro por cima, no caso da luta Greco-Romana. Mas este não é um desporto para gays, isto porque, eles teriam que partir as unhas a fazer aquilo e seria uma tragédia grega e romana, ver dois bichas aos saltos no meio do tapete por causa de uma unha partida. Há ainda outro caso, que é o facto de andarem ao encontrões uns aos outros, e os bicharocos não gostam disso. Como também não gostam de andar juntinhos e com os corpos suados, porque estraga todo o tratamento de beleza que eles fizeram.
Por isso Judo e Greco-Romana, não é para gays.
Quem apostou na natação…. Até podia ter a sua razão. É claro que ver 8 homens todos juntos numa piscina, a fazer corridinhas e a dar mergulhinhos é de desconfiar. Depois também o facto de andarem com roupas de Lycra ou lá o que é aquilo, justinhas, usar óculos por causa da água, e no caso das estafetas, depois da prova andarem todos abraçados, molhados, aos saltinhos na borda de uma piscina… deixa muito a desconfiar.
Mas também não é este um desporto para gays. Quer dizer, pode ser, mas não é a esse que me refiro.
Quem apostou em saltos para a água, sincronizados… teve uma boa ideia. Ter dois gajos, a tentar imitarem-se um ao outro, realmente é um bocado abichanado, mas ainda não é o que eu acho que seja mesmo, mesmo gay.
Remo. Alguém apostou em remo? Pois, pouca gente. Mas já viram o que é ter dois ou mais gajos no mesmo barco a brincar ao come não come, é complicado e de desconfiar. É que os gajos tão sempre a brincar. O da frente vem para trás e diz “vou-te comer” o de trás foge e diz “não vais não”. Depois é o contrário, o de trás a tentar apanhar o da frente. E isto de inversão de papeis, sendo que é entre dois homens…. Cuidado.
Também podiam dizer que era no atletismo o salto a vara. Realmente andar com o pau sempre na mão e tentar que ele fique na vertical para saltamos lá de cima…. Também podia ser, mas não é.
Podia pensar-se no lançamento do peso. Eles confundirem o peso com os testículos e enviarem os mesmos para longe para não engravidarem. Mas também não é.
Quem pensava que era a esgrima, realmente teve uma ideia excelente. Dois homens, já adultos, a brincarem ás espadas, ou são gays ou são parvos e infantis. Já repararam que eles usam o equipamento com uma fita no meio do nalgueiro… Aquilo parece umas cuecas de fio dental. Depois, claro está, todos os termos franceses, que dão sempre o seu toque gay á coisa. E por ultimo, jogar as espadas com toquezinhos não esta com nada. Ou se espeta ou não se espeta, agora andar ali com toquezinhos é mesmo um pouco gay, mas não tão gay como este ultimo que vos vou falar.
Realmente o que é o desporto gay nos jogos é o hipismo.
É verdade. E não tenham dúvidas do que eu lhes digo, porque eu vou justificar o que digo.
Não estou a falar do salto de obstáculos. Isso ainda, ainda, se bem que um gajo com tomates não pode fazer aquilo, sob perigo de ficar com eles esmagados. Por isso, mesmo não sendo tão gay, já se aproxima de algo abichando.
Mas realmente gay é a “dressage”. (Desculpem se escrevo os temos com erros, mas não sou de muitas paneleirices.)
Já repararam que os cavaleiros tornam os cavalos apaneleirados. Fazem trancinhas, totós e coisas do género no desgraçado do bicho. Depois colocam nomes a um garanhão, que devia ser um macho potente, como por exemplo: cinquecento, galopã, etc.
Depois andam a montar cavalos. Se ainda montassem gajas…. Quando andam na montada parece que andam a dar umbigadas em seco, ou por outras palavras “a foder a seco”.
Mas pior que isso é que até os animais tem vergonha, e nem olham em frente. Os olhos sempre no chão, para não encararem o resto das pessoas, tamanha é a vergonha dos pobres animais. Já os cavaleiros vestem-se tipo Castelo-Branco, o que nada abona a favor da sua masculinidade.
Mas depois ainda há pior. Os cavalos tem que fazer coisas tão gays como: “piaffe, passage, passagem de mão ou galope”. Eu não sei bem o que é, mas por este nome é algo gay. O desporto mais gay do jogos é mesmo a hiquitação.
Força cavalos, eles devem montar-se uns aos outros, e eu tenho é pena de vocês que são obrigados a aturar todas essas paneleirices.

publicado por sensei às 15:49
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

COMPROMISSOFOBIA - A fobia do compromisso

Este artigo vinha publicado na revista Domingo, um suplemento do jornal Correio da Manhã, do passado dia 18-11-2007. Achei interessante e de certa forma, até se pode dizer que se adequa a algumas pessoas que bem conheço, por isso decidi transcreve-lo.

 

“O receio masculino de assumir uma relação tem nome: “Compromissofobia”. As mulheres também são vulneráveis.

 

 

Um dia ele disse que éramos perfeitos um para o outro. No dia seguinte já não estávamos juntos. O que aconteceu? É desta questão que parte o livro ‘Homens incapazes de Amar’, uma obra assinada por Steven Carter e Julia Sokol, dois especialistas norte-americanos na temática do medo do compromisso, que ao longo de 299 páginas ensinam as mulheres a reconhecerem e a lidarem com homens “compromissofóbicos”.

A obra é sustentada na ideia de que há homens que não conseguem suportar a intimidade, que têm um receio claustrofóbico de ficarem presos ou encurralados numa relação, e fogem invariavelmente perante a perspectiva de qualquer compromisso sério.

Tomás Sequeira, 36 anos, engenheiro informático, sempre foi “bastante namoradeiro”. Porém, continua solteiro, sem filhos e “sem perspectivas” num futuro familiar. Trabalha entre dez e doze horas por dia e o pouco tempo que lhe resta aproveita para fazer noitadas com os amigos. A veia de namoradeiro mantém-se, mas só.

“Não quero relações sérias e deixo isso bem claro desde logo. Não quero ter a obrigação de ir para casa porque está alguém à minha espera, menos ainda perder noites de sono para mudar fraldas e dar biberões”. Egoísmo? “Até pode ser, mas não posso sequer imaginar-me a viver esse cenário que sinto náuseas”, diz.

Por que terão alguns homens medo do compromisso? “De um modo geral, os homens crescem rodeados de pessoas que lhes dizem que devem ‘aproveitar a vida’. Ao contrário das mulheres, para quem o casamento está quase sempre envolto numa visão muito romântica, os homens são muitas vezes confrontados com a associação casamento-falta de liberdade”, começa por explicar a psicóloga e terapeuta conjugal Cláudia Morais. “Na maior parte dos casos, os homens temem que a sua vida sofra alterações profundas a partir do casamento. Aos seus olhos, o casamento está mais associado ao aumento de responsabilidade do que ao aumento de intimidade, o que os leva a olhar para esta decisão com reserva e ponderação”, continua a especialista.

Mas porque nem todos os homens, tal como o Tomás, manifestam as suas verdadeiras intenções, há em todo o Mundo mulheres que procuram incansavelmente uma explicação para o facto de uma relação aparentemente sólida, se dissipar subitamente. Que não haja ilusões. “Nenhuma relação se dissipa subitamente”, garante Cláudia Morais. “Há pessoas – mais homens que mulheres – que são pouco assertivos no que toca à relação conjugal. Pouco habituados a ligar com emoções negativas, nem sempre sabem expressá-las. Além disso, são evitadores de conlitos”. Resultado: Desenvolvem aversões, deixam de ser capazes de viver com os sentimentos que os perturbam e põem um ponto final na relação. Para quem está do outro lado da ruptura é uma surpresa, isto apesar de os sinais de insatisfação estarem à vista. “Nós é que podemos ignorálos”, diz Cláudia Morais.

No rebuliço de todos os medos e incertezas masculinas, vive muitas vezes um “erro crasso” feminino, como lhe chamam Steven Carter e Julia Sokol: pensatem que são culpadas pelo comportamento deles. “O motivo pelo qual tantas mulheres se envolvem com homens deste género… deve-se ao facto de muitos dos homens que conhecem terem este problema”. Um fobia que, dizem especialistas, afecta cada vez mais mulheres.

 

 

Como evitar relações ‘compromissofóbicas’?

 

Em ‘Homens Incapazes de Amar’, editado em Portugal, Steven Carter e Julia Sokol lançam 12 “regras de vida” para mulheres que pretendem evitar “relações compromissofóbicas”. São elas: “Saiba que não pensa do mesmo modo que ele; Deve ser você a estabelecer o ritmo da relação; Não se deixe levar pela fantasia dele (uma relação sólida tem início, cresce e amadurece na realidade); O seu amor não o modificará – a sua independência talvez; Fazer de mãe é sufocar; Nada de brincar às casinhas (Não o deixe cair no hábito de tratá-la como uma esposa enquanto ele age como um hóspede temporário); Acredite no que ele faz e não no que ele diz; Mantenha as suas opções em aberto (Nunca rejeite uma oportunidade de alargar os seus horizontes sociais); Não encontre desculpas para o comportamento dele; Não assuma a culpa pelo fracasso da relação; Cuide de si (A pessoa mais importante da sua vida é você); Não diga ‘Não consigo modificar-me’”.

 

 

Fugir ao casamento

 

A palavras casar pode ser aterradora para muitos. Homens e mulheres. Com uma pequena diferença: A pressão social sobre ‘elas’ é bem maior

 

1-      Saber distinguir

Um homem que sofra de compromissofobia pode ser aquele que não telefona após o primeiro encontro especialmente bom, o perseguidor ardente que faz a corte para a abandonar após a primeira noite de sexo, o namorado fiel que sabota a relação quando esta evolui no caminho do casamento…

 

2-      Principais medos

São vários os factores que podem explicar o medo do compromisso. Evitar tudo o que possa ser uma barreira nas conquistas pessoais e profissionais, medo de assumir responsabilidades que não sejam as da própria pessoa, presença de ideologia e de comportamento narcisistas são exemplo.

 

3-      E as mulheres?

Há também mulheres que fogem do compromisso sério e os seus fantasmas são semelhantes aos dos homens. Porém, acresce nelas um outro tipo de pressão que tem que ver, por exemplo, com o facto de algumas serem incapazes de pôr termo a uma relação por se sentirem coagidas pela família.

 

4-      Há remédio?

Ultrapassar uma luta individual exige tempo, pode ser angustiante, aterrador e doloroso. É mais fácil fugir do que combater. Embora muitos venham a acabar por conseguir ultrapassar os seus receios, alguns nunca serão capazes de assumir um compromisso, independentemente das circunstâncias. “


publicado por sensei às 17:48
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 1 seguidor

.pesquisar

 

.Agosto 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


.posts recentes

. O desporto mais gay dos J...

. COMPROMISSOFOBIA - A fobi...

.arquivos

. Agosto 2008

. Março 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

.tags

. todas as tags

.links

.Contador

letras de canciones
SAPO Blogs

.subscrever feeds